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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O farol de Métis

Autor: José Ricardo Corrêa Maia
Na mitologia romana Métis é o nome da deusa da prudência.Prudência é uma virtude, e vem do latim prudentia significando "previsão, sagacidade". É a capacidade de julgar entre ações maliciosas e virtuosas com referência a ações apropriadas num determinado tempo e lugar. Para Tomás de Aquino esta virtude é capaz de fazer com que o ser humano encontre, em cada decisão que toma o “caminho certo”. A palavra tornou-se sinônimo de cautela, que é não tomar riscos desnecessários.
Segundo Leonardo Boff, “A prudência é a capacidade de escolher o caminho que melhor soluciona os problemas. O excesso da prudência é o imobilismo. A pessoa é tão prudente que acaba morrendo de ajuizada. Engessa procedimentos ou chega tarde demais na compreensão e solução das questões”.
Em “A arte de tomar decisões certas”, Roberto C. G. Castro relata que “pensando agir com base na razão, o homem moderno acostumou-se a tomar decisões fundamentadas, muitas vezes, em suas próprias paixões. Nada mais prejudicial à conduta humana do que esse equívoco”.
Jean Lauand em “A prudência – A virtude da decisão certa, de Tomás de Aquino” expressa que “de nada adianta saber o que é bom se não há a decisão de realizar esse bem”. A prudência diz respeito à arte de decidir corretamente com base na realidade.Ver a realidade é apenas uma parte da prudência, a outra parte é transformar a realidade vista em ação. O critério para o discernimento do bem é a realidade.
A prudência comporta três atos: o primeiro é aconselhar, que diz respeito à descoberta; o segundo ato é julgar, avaliar o que se descobriu. O terceiro ato, que é comandar: aplicar ao agir o que foi aconselhado e julgado.
Assim como o farol orienta o caminho certo a seguir para as embarcações é a prudência para o ser humano.
Patricia é a representação da prudência. Ela assume somente riscos calculados. Não é negligente. Ela é como um farol indicando o caminho certo para nossa embarcação da vida. É um leme dando um rumo seguro, como no provérbio "A prudência é a mãe da segurança." Ela é o meu Farol de Métis.
Há o ditado que diz que "A prudência, consolida os sucessos e a presunção os destrói."Patrícia consegue consolidar sucessos por causa de sua sabedoria, temperança e principalmente prudência.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

A bicicleta e o ciclista (The bicycle and the cyclist)

Autor: José Ricardo Corrêa Maia
A bicicleta sempre exerceu o fascínio do desafio de conseguir se equilibrar para andar nela.
Ao fazer a analogia da bicicleta com a vida têm-se os pedais que necessitam de energia para se pedalar e imprimir velocidade. Na vida também se precisa de forca para de tocar o dia-a-dia. Já as engrenagens representam a harmonia e cumplicidade. A educação e o respeito que sustentam os relacionamentos podem ser o selim que sustenta o ciclista.
Para reduzir a velocidade em descidas usa-se o freio que é a prudência. A tolerância é o par de pára-lamas.

Mas é o ciclista que com temperança, determinação e sabedoria que dá a direção e razão a vida.

Padre Zezinho em “A bicicleta da vida” diz “Temperança ou equilíbrio é a capacidade de tomar decisões sábias. Saber temperar a vida é torná-la gostosa de viver”. Completa com o seguinte “Ache seus movimentos, aprenda a tomar decisões, ache seu equilíbrio. Viver é como andar de bicicleta”.

Aguinaldo Oliveira em “Aprenda a andar de bicicleta para viver a vida” relata que “uma das características mais admiradas em um profissional é a sua capacidade de tomar decisões corretas em momentos de pressão. Isso faz parte do equilíbrio que pode ser comparado a uma das atividades mais simples que é andar de bicicleta”. E finalmente diz “às vezes precisamos empurrar a nossa bicicleta morro acima ... mesmo sendo um peso a mais para carregar, ela o ajudará nos outros trechos de descida”.

Albert Einstein relatou certa vez que a vida é como a bicicleta.

Então seja você o ciclista da bicicleta da sua vida.
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The bicycle and the cyclist

The bicycle always had the fascination of the challenge of achieving balance is to walk it. By making the analogy with the life of the bike is the pedals are in need of energy to ride and print speed. In life also need the strength to touch the day-to-day.

Already the wheels represent the harmony and complicity. Education and respect that underpin the relationships can be the seat that supports the rider. To reduce the speed decreases in USA is the brake that is prudence. Tolerance is the pair of stop-sludge. But is that the rider with temperance, wisdom and determination that gives the direction and reason to life.
Zezinho priest in "The bicycle of life" says "temperance and balance is the ability to make wise decisions. Temper know life is make it nice to live. " Complete with the following "Find their movements, learn to make decisions, find your balance. Life is like riding a bicycle."
Aguinaldo Oliveira in "Learn to ride a bicycle to live the life" reports that "one of the characteristics most admired in a professional is his ability to make correct decisions in times of pressure. This is part of the balance that can be compared to a simple activity that is riding a bicycle. " And finally says "sometimes we push our bike uphill ... even one more to carry the weight it will help in other parts of descent."
Albert Einstein once reported that life is like a bicycle.
So you are the rider of the bicycle of his life.

domingo, 29 de março de 2009

A vida é uma estrada

Autor: José Ricardo Corrêa Maia

Na jornada da vida encontram-se vários tipos de estrada. A felicidade, o sucesso e a prosperidade dependem da capacidade de adaptação e de como se supera os obstáculos de cada trecho.

Para se ter segurança numa estrada deve-se ter uma adequada infraestrutura, como por exemplo, pavimentação e sinalização.
Na vida essa base é a formação que é composta por cortesia, respeito, virtudes e valores responsáveis pela índole e caráter. Com isso, pode-se iniciar esta viagem com mais confiança.

Nesta estrada têm-se retas que podem ser verdadeiras armadilhas convidando ao excesso de velocidades, o que aumenta os riscos de acidentes. Muitas vezes isso ocorre sem se perceber. Na estrada da vida existem situações semelhantes na qual o excesso de confiança torna as pessoas displicentes, imprudentes, prepotentes, arrogantes ou com qualquer outra atitude inconveniente sem imaginar o que está acontecendo. Afasta, desta forma, os amigos e interferindo nas relações inter-pessoais. Nas retas de sua estrada tenha cuidado para não extrapolar.

Nas serras tem subidas íngrimes e trechos sinuosos com curvas perigosas, normalmente com neblina prejudicando a visibilidade. Nestes momentos precisa-se de potência para subir, o que na vida são a determinação e persistência. Nos trechos sinuosos com serração deve-se guiar com cautela, atenção, paciência e ser um bom observador. Na sua estrada não se pode esquecer isso porque uma pessoa impaciente, desatenciosa ou que fala muito mais do que observa pode por a perder sonhos e esforço de uma vida.

Lembre-se que nessa estrada você não estará só e infelizmente encontrará gente deseducada, impaciente e intolerante, por exemplo. Assim como se passa pelos buracos e trechos perigosos deve-se administrar os conflitos com calma, serenidade, tolerância e fundamentalmente sabedoria.

Portanto, ao guiar numa estrada ou na sua vida profissional e pessoal deve-se procurar ser determinado, tolerante, sábio, prudente e acima de tudo evitar excessos para não extrapolar nos atos e se expor a riscos desnecessários.